sexta-feira, 24 de junho de 2016

A Bíblia foi Escrita por Deus, segundo as Escrituras.
!!!Com certeza!!!


“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a Vida Eterna, e são elas que dão Testemunho de mim”. Jesus, em João 5:39.

Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela o homem de Deus torna-se perfeito, capacitado para toda obra”.      A Verdade do Senhor Deus, em  II Timóteo,  3.16.

O próprio Filho de Deus Vivo, o Redentor da Humanidade legitimou as Escrituras:


“A Escritura não pode ser anulada”. Jesus em   João 10:35  

Não pode ser anulada as escrituras, as leis, em um só til ou caractere, como promulgou Jesus no Evangelho de Mateus 5:17 a 31.

Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência aos papas romanos de tantos erros, servos de Satanás. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

O Criador criou o Universo, e nele o Planeta Terra, maravilhoso e sem defeito, e criou os viventes para povoarem-na. Como todos entendemos, como também Está Escrito que Deus é Sabedoria, Perfeição e Coerência, jamais deixaria homens e mulheres sem a sua Manifestação, sem um Recado direto dele e sem Promessas a todos eles.

 O Grandioso Universo de Deus

Portanto, se o Senhor criou a Terra é certo que deixou um Recado Escrito para todos, para a Humanidade, de outra forma estaríamos todos abandonados, sem destino, ao léu, sem rumo. E nesse Recado, ele, o Senhor Deus, nos revela quem ele é, e o que quer de todos nós, prometendo um prêmio absolutamente inefável a todos os que obedecerem ao seu Recado e praticarem o amor aos que nos cercam, pois só é possível amar ao Senhor sem que esse amor antes passe pelo semelhante. O nosso próximo é e Emanação de Deus!

“Essas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado”.  1 Coríntios 10:11.

Esse Recado, essa Mensagem, foi escrito por 40 Profetas de Deus, inicialmente pelo seu maior Profeta: Moisés, o único deles que surpreendentemente vai ser honrado e homenageado no Grande Dia da Volta de Jesus, quando o Reino de Deus será, finalmente, aberto aos que merecerem, fechado desde Adão e Eva.


Todos os eleitos de Jesus, vestidos de branco, num grande e maravilhoso Coral, provavelmente acompanhado por uma orquestra de Anjos, cantarão o Hino de Moisés e, para realçar, mais ainda, o valor do Decálogo, a Arca da Aliança, toda em ouro, contendo o Decálogo, ainda com os querubins de ouro com as asas estendidas sobre a Arca representando os guardiões da Arca,  vai ser retirada do SANTUÁRIO DE DEUS  e exibida a todas as nações desde Gênesis ao Apocalipse. E assim, até no Apocalipse o Senhor Deus nos revela a altíssima importância de suas DEZ leis. e não nove como querem os pobres domingueiros ou oito como querem os idólatras.

"E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos". Apocalipse 15:3

Não é necessário vasculharmos a Bíblia inteira,  estudando-se tempos, locais ou decorando a localização exata de determinados preceitos. Basta que os sigamos. 

Numa pequena comparação, digo que ao olharmos para uma rosa, notamos que é bela e exala um gostoso perfume.  Não precisamos contar o número de suas pétalas aveludadas ou saber da sua história genética, nem mesmo saber onde foi plantada para nos deliciarmos com a visão de sua beleza e com seu especial  perfume, que é só o que interessa. Portanto, quanto a Bíblia se dá o mesmo: basta apreciar a Palavra do Senhor, meditando sobre o que os preceitos nos revelam. É tudo o que mais importa, pois é da forma como Está Escrita que ele, o Senhor, a fez chegar até nós.

Quanto a isso os Escritos passaram por grandes tribulações, por guerras, conflitos, invasões, perseguições mil  e a Palavra foi milagrosamente preservada. 

Milagrosamente, também, a Palavra de Deus foi preservada até nos seis séculos aterrorizantes da atroz Inquisição Católica, pois os papas subservientes de Satanás, assassinaram centenas de milhares de pessoas, corromperam as Escrituras em seu insólito Catecismo, mas mesmo tendo feito tudo o que puderam para que não fossem propagadas as Escrituras, pois os condenaria segundo as altas mentiras da doutrina católica, e mesmo pelo Concílio de Toulouse, século 13, pelo qual proibiram mortalmente a leitura da Bíblia ou apenas parte dela, os que fossem flagrados nessa proibição seriam caçados incansavelmente, mas mesmo assim, não conseguiram modificar os versos bíblicos, e para quem entende, depois de meditar a raciocinar, esse foi um Grande Milagre de Deus Pai:  Preservou seus Escritos de toda maldade e da ira do Adversário!

O poder de Deus é tão imenso que até Satanás tem de obedece-lo, pois quando o clero católico organizou os livros bíblicos pelo Concílio de Trento, realizado de 1545 a 1563,  nada suprimiram dos Escritos de Deus, pois o Espírito Santo de Deus esteve ativo a cada segundo.

Eu, Waldecy Antonio Simões, como membro da Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), tenho como obrigação propagar a Verdade do Senhor Deus, exatamente como Está Escrito, em cada verso e em cada til, o que faço com muitíssimo prazer.

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a Vida Eterna, e são elas que dão Testemunho de mim. Jesus, em João, 5.39.



“Essas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado”.  1 Coríntios, 10.11.

“Não ultrapasseis o que Está Escrito; afim de que ninguém se assoberbe que (inspira soberba) a favor de um e em detrimento de outro”. 1 Coríntios, 4.6

“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, pois ensinam preceitos das doutrinas dos homens”.  Advertência de Jesus, em Mateus, 15.7 a 9.

“...até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas”.  Atos, 1.2.

“Nós vos ordenamos, irmãos, em o Nome de Jesus Cristo”. Paulo em II Tessalonicenses, 3.6.  Ordens são Mandamentos!

Na formação das Escrituras, o Senhor Deus sempre esteve ordenando aos seus profetas para escreverem, e essa ação começou por Moisés:

“Escreve isto no livro para memória”.     O Senhor Deus a Moisés, em Êxodo, 17.14.

O Senhor disse a Jeremias:

 Escreve num livro todas as palavras que te tenho dito”.   Jeremias, 30.2.

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías, 30.8.

Se os escritos dos profetas são eternos, perpétuos, como revela acima, imagine, então, os escritos realizados pessoalmente pelo próprio Deus, quando cravou suas Dez Leis nas Rochas Duras para que nunca se apagassem, mas a maioria sempre tentou e ainda tenta apagar os escritos de Deus, pelo menos os seus dois mais amados Mandamentos: 
O da proibição da idolatria iconolátrica a o Mandamento do sábado, chamado por Deus de Solene, Santo e Bendito. 

Para quem se diz cristão, não tem cabimento agredir ao Senhor anulando um ou mais de seus mandamentos, nos promulgados para obediência, pois na Verdade os 10 mandamentos do Decálogo constituíram-se num Grandioso Prêmio para a Humanidade. Quer saber porquê?

Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez, pela altíssima importância, ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações
 pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

Notaram a Perfeição, a Coerência e a sabedoria do Senhor? Mas com tudo isso, católicos, ortodoxos e incrivelmente também os evangélicos que se dizem da Bíblia, somente da Bíblia, anularam um ou dois dos mandamentos de Deus por conta de suas doutrinas, desmentindo que são totalmente da Bíblia.

O Senhor Deus promulgou suas leis, mas todos esses citados aceitaram as leis em parte,  zombando da Sabedoria Divnia.  Na prática fica assim.

"Oh, Deus vou guardar oito de seus mandamentos, mas dois vão ficar de fora, pois não concordo com eles". Para católicos. e ortodoxos.

"Oh, Deus vou guardar nove de seus mandamentos, mas um vai ficar de fora, pois não concordo com ele"
Para evangélicos.

Hoje, início do século 21, na certa tudo orquestrado por Satanás, notamos que a maioria do povo tenta buscar a Deus fora das Escrituras. Algumas “crenças” usam o Evangelho de acordo como lhes interessa, pois o misturam a Palavra de Deus com todo tipo de preceitos humanos, de doutrinas, do modo como lhes convém.
      
“Essas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado”.  I Coríntios, 10.11.

Quando Deus não quer que se escreva, ele avisa:

"Sela o que os sete trovões emitiram, 
e não o escrevas"
. Apocalipse 10:4

A Palavra de Deus Escrita permaneceu intacta e imutável, mesmo tendo passado por guerras, pelo Dilúvio, por perseguições, pelas sombras da morte nas épocas negras da alta corrupção do papado romano,  mas está aí, completa e disponível! isso ocorreu porque o Espírito Santo de Deus gerenciou todas as fases terrenas com relação às Escrituras; ele administrou, geriu toda a existência das Escrituras, desde Moisés até os dias de hoje e assim será até a Consumação dos séculos e a maior prova disso é que o papado romano que chegou a dominar a Terra, colocando reis e imperadores e os destituindo (vide link abaixo), em sua doutrina, comandada por seu catecismo lotado de preceitos inventados, mudaram os mandamentos de Deus em seu catecismo da forma como lhes convieram, mas mesmo com tudo isso, não conseguiram mudar um só mandamento na Bíblia, nem outros preceitos, e assim, os Escritos Divinos permaneceram Imutáveis, por conta, como citei, da interferência do Espírito Santo. 

Mas infelizmente, como Está Escrito em Apocalipse 13:7, que Satanás venceu os santos vivos, continua vencendo. Nas bíblias mais antigas (tenho quatro delas de meus tempos de seminarista redentorista em Aparecida) no Apocalipse 1:10 Está Escrito, com o devido Nihil Obstat católico:

 "Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor". Ora, o Dia do Senhor sempre foi o sábado, pois até no Quarto Mandamento está revelado ser esse o Dia do Senhor. Vejamos:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificouÊxodo 20:8-11

Mas por conta de Satanás que continua a corromper mais ainda os já corrompidos, tal como o clero católico, teve a satânica ousadia de MUDAR OS ESCRITOS DE DEUS, ingressando nas terríveis maldições promulgadas no Apocalipse 22:18 e 19 dirigidas a todos aqueles que Retirarem ou Acrescentarem qualquer adendo à Palavra de Deus e, assim, colocaram por sua conta e risco, altíssimo risco:

de:      "Eu fui arrebatado em Espírito no dia do Senhor".
Para    "Eu fui arrebatado em Espírito  NUM DOMINGO".

Como seu sempre coloquei em meus 100 blogs, o Senhor Deus não virá até você -- como avisou a  Caim antes desse assassinar seu irmão Abel --, de que está praticando uma religião sob o comando de doutrinas não totalmente condizentes com a Palavra Escrita, por exemplo, jamais virá a você lhe avisando que a substituição do Santo e Bendito Sábado para um domingo não tem a sua aprovação, pois ele nunca muda em suas promulgações, pois completando as Escrituras Antigas, Jesus nos trouxe a Nova Mensagem e por ela já disse tudo o que tinha a dizer e já viveu todos os exemplos que teria de viver, e que por isso, tudo fica por sua conta e risco: a obediência que salva ou a rebeldia contra a sua Palavra Imutável, que será considerada altamente nociva no Grande Dia da Volta de Jesus, pela desobediência!

Resumindo, no popular: A Bíblia, a Palavra Escrita é um recado do Senhor Deus a todos nós, nos orientando a buscar a Salvação na Eternidade, em seu Reino de Luzes.

Por certo, a Palavra Escrita por Deus é a Única Fonte Confiável!

Ou será que você acha que não? Ou será que você acha que o Senhor, SEM AVISAR, deixou caminhos outros paralelos que devem ser seguidos? Se o Senhor os deixou, também isso teria de Estar Escrito na Bíblia, mas nas Escrituras nada encontramos sobre isso. Ao contrário, a Palavra Escrita, portanto o Espírito Santo de Deus nos adverte para a Única Verdade, a que Está Escrita na Bíblia:

Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela o homem de Deus torna-se perfeito, capacitado para toda obra”.      A Verdade do Senhor Deus, em  II Timóteo,  3.16.

“Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”.  Atos dos apóstolos, 17.11.

“Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos, e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Romanos, 16.25.

No Grande Julgamento Final, o Evangelho Escrito vai ser exibido á Humanidade:

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.  Apocalipse, 14.6.


Sim, a Bíblia é a Palavra de Deus, mas cuidado com as traduções que modificam a Palavra de Deus. Vamos colocar aqui somente dois exemplos que distorcem as Escrituras de muitos, como já constatei nas traduções errôneas, tais como na Bíblia de Jerusalém e a Bíblia das Edições Paulinas:

Nas bíblias da tradução João Ferreira de Almeida, criteriosa e leal aos textos originais e de muita credibilidade  é reconhecida mundialmente, Está Escrito em Atos dos Apóstolos, 1.12:

“Então, voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a jornada de um sábado”.

Mas a Bíblia de Jerusalém trocou a jornada de sábado por “um quilômetro”. Não é a mesma coisa, pois, queiram ou não, o fato de os apóstolos usarem uma jornada do sábado para situar uma distância, constitui mais uma revelação na soma de fatos que nos mostram que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados, de outra maneira não se refeririam ao sábado, o que revela um preceito em uso.

Nem nos seis séculos da Pavorosa Inquisição Católica os papas conseguiram mudar um só dos textos bíblicos, pois não o conseguindo, pois a Palavra de Deus sempre esteve gerenciada pelo Espírito Santo de Deus, o que conseguiram foi somente corromper os textos bíblicos em seu insólito CATECISMO CATÓLICO. Mas hoje, provando que Satanás continua vencendo os santos vivos (Apocalipse 13:7), nas novas edições das bíblias católicas o satânico clero católico MUDOU TEXTOS BÍBLICOS, por sua conta e risco, pois Está Escrito que sofrerão tremendos castigos por terem mudado a Palavra de Deus:


“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro.   E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro”.   Apocalipse 22:18,19

Vejamos a ousadia satânica do clero católico, tendo a supervisão dos papas que se incluem nas maldições do Apocalipse:

Tenho quatro bíblias católicas herança de meus tempos de seminarista redentorista no Colégio Santo Afonso, em Aparecida do Norte. em em todas elas o Apocalipse revela corretamente:

"EU FUI ARREBATADO EM ESPÍRITO NO DIA DO SENHOR". Apocalipse 1:10

Mas o clero de Satanás, ousou agredir o Criador, mudando sua Palavra, desta forma:

"EU FUI ARREBATADO EM ESPÍRITO NUM DOMINGO".

Deixando de lado a discussão tola sobre sábados e domingos, pois a Palavra de Deus jamais poderá ser mudada, mudando seu dia de descanso e louvor, o clero jamais poderia mudar textos bíblicos e, se esses satânicos clérigos católicos não se arrependerem verdadeiramente e procurarem corrigir esse crasso erro, certamente, segundo Apocalipse 22:18 e 19, certamente serão hóspedes de Satanás pela eternidade.

O Espírito Santo de Deus, por intermédio de seu profeta Paulo, nos adverte para as tradições paralelas à Palavra Escrita:

“Cuidado para que ninguém vos engane com suas filosofias e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os  rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Colossenses 2.8.

“... secou-se a erva e caiu a sua flor,  mas a Palavra do Senhor permanece eternamente”.          I Carta de Pedro, 1.25.
Portanto, se para Senhor o sábado é seu dia, e como o instituiu na Criação, logo depois de criar o homem e para o homem, o sábado é para sempre!

Também em Isaías, profeta que falava por Deus, disse igual:
“... secou-se a erva e caiu a sua flor,  mas a Palavra do Senhor permanece eternamente”.   Isaías, 40.8

A Bíblia é o resultado final da ação de Deus, que quer o bem dos homens resultando na salvação deles na eternidade, pelas normas que instituiu, principalmente as Dez Leis que formaram a base do cristianismo.

“Pois quem ama o semelhante tem cumprido a Lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás e, se há outro Mandamento, tudo se resume nestas palavras: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da Lei é o amor”.  Romanos, 13. 8 a 10.

Paulo, novamente legitimando a Lei, tal com Jesus o fez em Mateus, 5.17:

“Porém, confesso-te segundo o Caminho, a qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos Profetas, tendo esperança em Deus”.   Atos dos Apóstolos, 24.14.

Jesus, reconhecendo as Escrituras como Verdade:

“E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras”. Jesus, em Lucas, 24.27.

Jesus Cristo, novamente legitimando o que Está Escrito, o que desmente várias doutrinas ditas cristãs:

Está Escrito: Não só do pão vive o homem, mas de toda a Palavra que procede da boca de Deus”. O Evangelho de Jesus, em Lucas, 4.4.

“Respondeu-lhe Jesus: Também Está Escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”.  Jesus, em Lucas, 4.7, valorizando o Antigo Testamento.

Até Satanás reconhece o valor da Palavra de Deus Escrita:

“Então, Satanás levou a Jesus e o colocou sobre a parte mais alta do templo e disse: Se és o Filho de Deus, atira-te daqui abaixo, porque Está Escrito: Aos seus anjos ordenará que te amparem”.  Lucas, 4.9.

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

“Cuidado para que ninguém vos engane com suas filosofias e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os  rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Colossenses 2.8.

“Assim digo que ninguém vos engane com raciocínios enganadores”.  Colossenses, 2.4.

Ora, tal como está nos dois preceitos acima, para eu avaliar se o homem mente ou me engana, ou engana a si próprio com raciocínios estranhos às Escrituras, com vãs sutilezas, e conforme as tradições humanas, como poderei avaliar onde está a Verdade ou a mentira?  Em qual das alternativas abaixo você julga correta?

1 - Nas tradições religiosas?
2 - Nos profetas de hoje?
3 - Na Palavra Escrita que Deus nos deixou, ensinadas e vividas por Jesus, mas de fato como ela é?

Portanto, que fundamentos temos de maior valor para evitarmos as vãs filosofias, as vãs sutilezas, os raciocínios enganadores, as enganações do homem e para avaliarmos as tradições dos homens melhor que a PALAVRA ESCRITA DE DEUS?

Quanto à Palavra Escrita, se antes, aos tempos da Idade Média os cristãos  foram perseguidos, mortalmente, apenas por ousarem ler os preceitos nela constantes (fontes históricas ao final colocadas), mas hoje temos a plena liberdade de leitura.  As bíblias de hoje são impressas com grande variedade de traduções, mas que não perdem o sentido exato do que Deus quer de nós, apesar de algumas traduções católicas de rodapés beirarem o ridículo e de que  algumas interpretações são feitas de modo que não venham a “atrapalhar” a insólita doutrina católica de tantas invenções humanas.

Hoje, temos bíblias de todos os tipos. Temos as bíblias com capas de couro, com páginas de papel seda, com encadernações douradas, com prefácios inteligentes, mas o que será que estamos fazendo com o conteúdo da Palavra Escrita?  Pra que vale a embalagem se não nos interessa, de fato e de coração, o conteúdo? Que pode importar mais que o conteúdo? Que importa mais que seguir os preceitos de Deus, sejam eles encontrados na Bíblia Nova ou na surrada? Não que eu seja contra as belas bíblias, mas surrada ou linda é necessário tomar conhecimento do seu conteúdo, principalmente o Evangelho.

Por curiosidade, eu leio minha Bíblia no Metrô, nos ônibus, nas salas de espera e sempre que posso, pois além de aumentar meus conhecimentos sobre a Palavra de Deus, estou dando testemunho do cristianismo para as pessoas.

A Bíblia é a Palavra de Deus. Como a água e o alimento devem ser ingeridos diariamente para preservar a vida, a Palavra de Deus deve ser lida e meditada, constantemente, para que a bênção permaneça sobre nós, mas mesmo assim, muitos a conservam respeitosamente na biblioteca ou no living, às vezes grande, com figuras coloridas, sobre estante própria, em local visível, normalmente aberta respeitosamente na página de um Salmo mais conhecido, principalmente o 90 grego, conforme a Bíblia católica, ou 91 hebreu, usado pela Sociedade Bíblica. 

Entretanto, usando a Bíblia como se fosse apenas objeto de decoração ou de simbolismo religioso, muitos não têm sabedoria para utilizarem-na como a fonte de meditação, de questionamento existencial, como fonte da salvação, como frutuosa fonte de exemplos para nortear as suas ações diárias, ou como fonte permanente da sabedoria que emana do Deus da glória!

De que adianta exibirmos uma Bíblia ou a guardarmos, em nossa biblioteca, seja uma ou várias bíblias se não guardamos o conteúdo dela em nosso coração? De que adianta lermos a Bíblia, observarmos a Palavra de Deus em geral, se nos desviamos de alguns dos preceitos ali constantes por puro comodismo ou por certas dificuldades de observância de alguns preceitos ou leis como acontece com a lei do sábado?
Quanto à ousadia dos que se dizem cristãos agredirem os Mandamentos de Deus, elaborei um blog que NÃO DEIXA DÚVIDA ALGUMA QUE O DOMINGO NUNCA EXISTIU NO EVANGELHO COMO O DIA DO SENHOR:





É absolutamente certo que a maioria das ordens ou congregações religiosas se desvia de preceitos bíblicos quando esses vêm a agredir determinadas tradições e doutrinas, tanto a doutrina da Igreja Católica, até da Ortodoxa. Determinados ensinos bíblicos são desvirtuados pela maioria absoluta dos cristãos pela grande dificuldade de observância, principalmente o Mandamento do Sábado, em Êxodo, 20.8. Desse modo, também a maioria evangélica, desviando-se convenientemente das Escrituras, acobertados pelo manto da modernidade, da tradição e do conforto, passam a agir do modo como Satanás muito aprecia:

“O que? Deus lhe disse que quem comer dessa fruta morrerá? Ora, eu lhes digo que não morrerão, mas serão revelados do conhecimento do bem e do mal e serão eternos igual a Deus”. Satanás, em Gênesis, 3.4.

“Ora, Jesus disse que quem se divorciar (a não ser por motivo de adultério) e se casar de novo estará em permanente adultério? Ora, isso é coisa do passado. Hoje o mundo está moderno, diferente e mudado, e Deus não vai se importar com um tipo de coisa que já não mais tem validade nem cabimento algum”. Palavras de Satanás.

Ora, você não precisa fazer caridade ou distribuir uma parte de seus bens aos miseráveis para se salvar. O Evangelho revela que pelas obras ninguém se salva, mas apenas pela justificação e pela fé”. Palavras de Satanás.

“Ora, a Palavra de Deus manda observar o sábado? (ver Êxodo, 20.8)  Ora, isso é coisa de judeus. Jesus guardava os sábados porque era judeu, mas o sábado foi pregado com ele na cruz. Deus mandou guardar o sábado, mas Jesus ressuscitou num domingo, por isso agora só vale o domingo”.  Palavras de Satanás

A maior prova bíblica e histórica que os apóstolos de Jesus jamais ensinaram ou guardaram UM SÓ DOMINGO, foi o evento católico O CONCÍLIO DE LAODICÉIA no ano 364 de nossa era, no qual o papa Libório (marcação católica), destilando ódio contra os judeus, não querendo mais guardar o mesmo dia (sábado) que eles, foi decretado por esse concílio que a partir daquela data todos os cristãos do mundo teriam de "esquecer-se" do sábado e passar a guardar o domingo. 

Para dar um xeque mate no sábado, foram decretados severos castigos a quem ousasse continuar santificando o sábado. Ora, então se somente 331 anos após Jesus o sábado foi proibido sua guarda, somente isso prova que o domingo jamais existiu no Evangelho como "substituto" do Sábado, Solene, Santo e Abençoado por Deus.

A respeito disso, fiz um pequeno arquivo chamado "O maior estelionato espiritual da História":


Não é nada bíblica essa história propagada por católicos, ortodoxos e evangélicos que a Ressurreição de Jesus teria ocasionado a "exclusão" do Quarto Mandamento de Deus, o do Sétimo Dia, caracteriza- se como um grande estelionato religioso, pois tanto católicos, como evangélicos e ortodoxos alegam que a partir da Ressurreição de Jesus os apóstolos teriam levado o povo cristão a guardar o domingo.

 Esta é A MAIOR ENGANAÇÃO DO MUNDO, pois a História Universal e as Raízes da Igreja nos revelam que o atentado contra o sábado que deu certo, realizado pelo Papa Libório (marcação católica), aconteceu somente no ano 364, ou seja: 331 anos após Jesus, pois o papa conclamou um concílio, denominado Concílio de Laodicéia e ali foi realizado o grande sonho dos clérigos: desligar-se o máximo possível da religião dos judeus, por puro ódio deles, pois esse ódio passou a ser Universal, exatamente por causa do papado romano que sempre odiou e espalhou esse ódio aos judeus, nossos irmãos, segundo Jesus e segundo Efésios 2:14.

E assim, o resultado do Concílio de Laodicéia aconteceu como pretendido: A guarda e a santificação do Sétimo Dia de Deus FOI COMPLETAMENTE PROIBIDA e, para assegurar, mas ainda, a "derrocada" do sábado, foram promulgados severos castigos a quem ousasse continuar a guardar o sábado.


Então, segundo a História e segundo as Raízes da Igreja, os cristãos só deixaram de guardar o sábado a partir do ano 364 de nossa era, e não após a Ressurreição de Jesus. Fontes abaixo, no livro O Papa e o Concílio..


O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Os piores assassinos e hereges da história. 1997.  Jeovah MENDES. 
O cristianismo através dos séculos.  1977.  Earle E CAIRNS
Santos e Pecadores.     Eamon Duffy.
Babilônia: a religião dos mistérios.   Ralph WOODROW.
Roma, a Igreja e o Anticristo.   Ernesto L. Oliveira 

.“O Senhor Deus disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que malignamente aprendeu”.  A Palavra de Deus, em Isaías, 29.13, se dirigindo aos israelitas, na época, é claro, mas mesmo depois de Jesus continuamos com os mesmos erros e foi o papado romano que, por orientação de Satanás, cortou em sua doutrina os dois mais amados Mandamentos de Deus. e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que malignamente aprendeu”.  

“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, pois ensinam preceitos das doutrinas dos homens”.  Advertência de Jesus, em Mateus, 15.7 a 9.

Podemos dizer, seguramente, que a Bíblia é o único Livro Escrito por Deus guiando -se apenas pelas profecias, as que já aconteceram, que foram muitas e diversas, e as que estão por acontecer, que são uma ou outra apenas. Digo isso porque entre todos os livros religiosos do mundo somente na Bíblia há profecias. Mais ou menos 30% da Bíblia se referem às profecias. As profecias são altamente importantes por revelarem, aos homens, os propósitos do Criador.  O Senhor Deus afirmou que não faz nada sem que antes revele isso aos seus profetas

“Certamente, o SENHOR DEUS não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas”.  Livro de Amós, 3.7.

Falando-se em profecias, há uma delas absolutamente terrível no Evangelho e, como é profecia bíblica, certamente vai acontecer no Grande Dia de Jesus. O Vaticano e tudo o que sempre representou e representa, vai ser julgado e condenado de forma terrível. Essa profecia aos que levaram o mundo à idolatria e à insólita troca do santo e abençoado sábado por um dia comum se inicia no Apocalipse 16:19 e segue sem interrupção até o capítulo 19.


“E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande babilônia se lembrou Deus, para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira”.  Apocalipse 16:19.

“E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração”. Apocalipse 17:6


Um bispo católico  escreveu-me que essa profecia bem diz da Babilônia de Nabucodonosor. Mas eu lhe respondi que não existe uma só profecia bíblica que diz respeito ao passado, mas do futuro, mesmo porque a Babilônia antiga nada teve a ver com as imolações dos mártires de Jesus. Sobretudo, num trecho dessa profecia é citada a Cidade das Sete Colinas: Roma, pois foi nos subsolos das sete colinas que os cristãos se escondiam da impiedade do Império Romano.

Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada".  Apocalipse 17:9

Em uma outra vez, um clérigo católico, também bispo, respondeu-me que a maior prova de que a Igreja Católica é a Única Verdadeira se dá justamente pela sua existência.  Se não fosse verdadeira não teria durado esses 2.000 anos. Respondi a ele que o catolicismo não tem 2.000 anos de existência, pois só foi instituído como Igreja "Apostólica" Romana nos séculos posteriores a Constantino, Imperador Romano. SOBRETUDO, o Vaticano dos três trilhões de dólares, como patrimônio Mundial, jamais poderá ser tocado de modo a ser destruído ou falido, pois tem de subsistir incólume para que se cumpram a profecia de seu Grande Julgamento, no qual está Escrito que terá grandes castigos EM DOBRO dos gravíssimos crimes que o papado romano de Satanás praticou. 

 "Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro". Apocalipse 18:6.


E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável”. Apocalipse 18:2.

No Velho Testamento há quase três centenas de profecias curtas ou longas que podem ser atribuídas a respeito da primeira vinda do Messias. Tanto por essas profecias, quanto pelos atos de Jesus, ele foi inegavelmente justificado como o Filho de Deus vivo que veio à Terra na grande  missão da redenção da Humanidade, que antes vivia nas trevas e depois dele pôde vislumbrar a luz. 

Cristo cumpriu a sua Grande Missão à risca, e com todos os méritos possíveis e voltará à Terra, dessa vez não na humildade de um Jesus de sandálias, mas na Glória imensa de Rei Universal, acompanhado por todos os anjos do Céu como também de todos os santos em vida que não necessitam de Julgamento, para julgar os que estiverem dormindo, como também os que estiverem vivos.  

Os outros livros religiosos são ausentes de profecias. Ninguém que escreveu tais livros se arriscou a prever fatos futuros da humanidade. No Alcorão de Maomé não há profecias. O mais importante da Bíblia é que é que as profecias indicavam um SALVADOR que já veio e que vai voltar. Nas revelações do Buda não há profecias nem Salvador. Também nos livros hindus e nos outros livros de outras crenças orientais ou ocidentais não existem profecias, nem Salvador, mas os Patriarcas da Bíblia realizaram diversas profecias, até vários séculos antes de acontecerem.

Jesus Cristo afirmou que o homem é pouco confiável, por isso nos brindou com a Palavra Escrita:

“Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque os conhecia a todos. E não precisava que alguém desse testemunho a respeito do homem, porque Ele mesmo sabia o que era a natureza humana”.  O Evangelho de João, 2.24 e 25.

Os evangelistas, no caso aqui escolhendo o santo em vida, apóstolo Paulo, atesta que as advertências do Senhor estão na Palavra Escrita, e que o que nos interessa foi Escrito:

“Essas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado”.  1 Coríntios 10:11.

Quanto à doutrina católica, que diverge da Palavra Escrita em diversos preceitos, o Espírito Santo de Deus revelou, por seu maior discípulo: Paulo, na qual abomina qualquer adendo à Palavra Escrita. Portanto, não tem valor algum qualquer preceito religioso que não estiver devidamente Escrito na Bíblia, tais como os purgatórios, os limbos; a santidade exagerada de Maria; o culto a imagens e estátuas; o tal domingo que “substituiu o sábado”; a clausura, o perdão dos pecados que tem de passar por um homem, o poder de criar quantos cristos “vivos” quiserem na tal comunhão, as orações pelos mortos; o culto a "santos e santas" na busca de seus espíritos para que “distribuam as graças de Deus”, etc. etc.:

“Não ultrapasseis o que Está Escrito; afim de que ninguém se assoberbe que (inspira soberba) a favor de um e em detrimento de outro. 1 Coríntios 4:6.

Mas o que têm de clérigos católicos, ortodoxos e evangélicos ultrapassando o que Está Escrito....

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a Vida Eterna, e são elas que dão Testemunho de mim”. Jesus, em João 5:39.

Segundo o Evangelho::

“Porém, confesso-te, segundo o Caminho, o qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de meus pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos profetas, tendo a minha esperança em Deus"..   A Verdade da Lei, em Atos dos Apóstolos, 24.14.

Portanto, de acordo com Jesus, a Verdade de Deus, o que vale é a Palavra Escrita, a única que dá o Testemunho de Jesus, e não doutrinas advindas das tradições dos homens. O preceito acima nos mostra que a Palavra Escrita tem de ter total predominância sobre todos os credos e tradições, principalmente sobre a doutrina católica de tantos e tantos erros.

Por acaso, poderia existir outra corrente da Palavra de Deus, tão indispensável, tão útil, tão verdadeira quanto a Palavra Escrita de Deus, mas um tanto diferente e com adendos fortes ao Evangelho que “teriam sido omitidos por Jesus”, e que teria nos chegado, após Jesus, palavra a palavra, passada uns a outros, durante todos esses vinte séculos? Se isso pudesse ter acontecido O Espírito Santo de Deus teria sido imperfeito. Pode?   

“Mas o Paráclito, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito     Revelações de Jesus, em João,  14.26.
                                              
“A Palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações”.  Colossenses, 3.16.

Sendo que o Evangelho nos exorta a viver a Palavra de Cristo, onde a encontraremos senão no próprio Evangelho?

Conforme a "Santa Madre Igreja" do papado romano de Satanás, sim. Segundo a paupérrima sabedoria  do papado romano católico,  a Bíblia não tem valor sem que a acompanhem preceitos paralelos, mas não coincidentes, que teriam chegado até nós pela corrente homem a homem, “gerenciados pelo Espírito Santo”, no caso aqui a "Santa" tradição católica dos mil erros.  Se isso fosse possível, esse tipo de corrente paralela teria de estar registrado também no Evangelho.

Por isso mesmo, os Dez Mandamentos do catecismo diferem, de modo bastante grave, da Palavra de Deus em dois deles e em mais outros dois, como veremos abaixo: Dois Mandamentos corrompidos, um mudado o sentido e outro dividido em dois para compensar a falte de um

Quanto ao imenso valor da Palavra Escrita, as Escrituras atestam essa Verdade com ênfase, mas das tradições que diferem da palavra de Deus, da tradição oral, após a Palavra ter sido devidamente Escrita, as Escrituras abominam:

“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na Justiça”.  A Palavra de Deus em Timóteo, 3.16. 

Escritura é a Palavra Escrita de Deus, sem tirar uma vírgula ou sem acrescentar uma palavra.  Devemos ter em conta que a Palavra de Deus, ao final do Apocalipse, promete sérias maldições ao homem que acrescentar ou retirar uma só palavra na Bíblia, a Palavra Escrita de Deus, e essa é a causa maior pela qual devemos rejeitar, de todas as maneiras, qualquer adendo à Palavra do Senhor.  A doutrina católica, seguida pela ortodoxa, estão lotadas de adendos e modificações da Palavra de Deus, como sendo o próprio catecismo, as cartas pastorais ou escritos católicos, como também os Dez Mandamentos de Deus

“Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue o Evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja amaldiçoado”. Paulo, em Gálatas, 1.8, advertindo um grupo de gálatas que pretendia que certas leis e ordenanças antigas que escravizavam fizessem parte do Evangelho.

Paulo, o maior dos Apóstolos, já recomendava, falando a respeito de o homem tentar adivinhar o Dia da Vinda de Jesus:

 “Não ultrapasseis o que Está Escrito; afim de que ninguém se assoberbe que (inspira soberba) a favor de um e em detrimento de outro”. I Coríntios, 4.6.

Jesus ensinou uma religião modificada, aproveitando a parte mais importante e mais adequada da Palavra Escrita que já havia, pois em seus ensinamentos Cristo citou, por muitas vezes, muitos dos preceitos do Velho Testamento, e ignorou os demais preceitos que não poderiam ter lugar na Nova Religião, levando o povo que creu nele a uma vida renovada, segundo a Religião da graça e da liberdade. Mas cuidado! Não confunda as palavras graça e liberdade com a religião da liberalidade.  A liberdade no Evangelho tem de estar submissa a TODOS os Dez Mandamentos.  Jesus determinou isso em Mateus, 5.17 e seguintes.  Ao elevar-se ao Céu, depois de cumprida a sua missão, Jesus nos deixou MANDAMENTOS:

“...até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas”.  Atos, 1.2.

“Nós vos ordenamos, irmãos, em o Nome de Jesus Cristo”. Paulo em II Tessalonicenses, 3.6.  Ordens são Mandamentos!

“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.  Jesus, em Mateus, 28.18. As ORDENS de Jesus são leis a serem cumpridas, e tem otários espirituais que alegam Jesus ter pregado na cruz as leis de Deus Pai!

No que a doutrina católica difere do Evangelho?  Muitas são as diferenças, algumas contendo graves, gravíssimas distorções bíblicas, como veremos a seguir.

     O Pe. Estêvão Bettencourt, da OSB,  paupérrimo em sabedoria, assim como absolutamente todos os clérigos católicos de ontem, de hoje e como será amanhã, resumiu assim a relação da Palavra Escrita de Deus e a doutrina católica, cujo resultado é um desastre:

    “Quanto à leitura da Bíblia, lembro-lhe que a Bíblia é o eco da tradição oral e não pode ser desligada dessa tradição oral, que é sua intérprete abalizada. Já o catálogo bíblico não é definido pela Bíblia, mas pela tradição oral. Sem tradição oral ficamos sujeitos ao subjetivismo e à arbitrariedade dos intérpretes como acontece no protestantismo que vai esfacelando o cristianismo”.  Quanta tolice junta, pois não há uma só citação no Evangelho a respeito de ensinamentos que NÃO FORAM ESCRITOS.   O clero inventa esses besteiróis religiosos para tentar justificar adendos católicos que não constam das escrituras, tal como o Purgatório e outras invenções humanas.

Pelo visto, esse pobre pe. Estêvão julga que crer apenas no que o Senhor Deus Escreveu não satisfaz. Precisa de algo mais, que vem dos homens e suas tradições.

O pior é que da tradição católica temos exemplos horrorosos de alta impiedade pela qual os papados romanos executaram centenas de milhares de pessoas pelas fogueiras de Satanás por conta da licença para matar e para torturar advindas de seus concílios católicos, nesse caso específico, o Concílio de Tououse, que ardilosamente não faz parte dos 21 concílios católicos, assim com contam.. Não contentes com isso, ainda venderam lugares eternos no Céu por dinheiro para a construção do palácio de reis chamado Vaticano, do qual até hoje os papas não conseguiram desgrudar seus traseiros dos tronos da glória humana e tampouco do prestígio mundial que detêm..

O pobre coitado pe. Estêvão continua:

    Pergunto-lhe ainda: Terá Jesus esquecido da Sua Igreja até o século XVI quando Lutero veio para dizer "somente a Bíblia"? Será que 15 séculos de cristianismo estiveram no erro e só se começou a viver o cristianismo autêntico a partir do século XVI? Se isso é verdade, Jesus foi um impostor que iludiu seus discípulos, fazendo-os crer que estaria com Ele até a consumação dos séculos. Ora, não ouso acusar Jesus dessa grande falha, por isso prefiro acreditar na Igreja como mãe e mestra assistida infalivelmente por Jesus e o Espírito Santo. Não quero criar meu cristianismo próprio, mas sigo o que vem de Jesus através da sucessão apostólica.  Ver Mateus, 28.18-20”.

Será que 15 séculos de cristianismo estiveram no erro?

Respondo:  

O cristianismo nunca esteve em erro, pelo menos até Constantino, mas quando foi criado o catolicismo do padre Estêvão, aconteceram ERROS SOBRE ERROS, criando uma verdadeira seita, a maior das seitas do mundo, com suas almas penadas, purgatórios, rezas aos mortos; fabricação de santos pelo homem; Maria "mãe de Deus"; culto a imagens e estátuas; intercessão de santos mortos; que o padre pode criar quantos cristos quiser; que o perdão de Deus tem de passar por um homem; procissões com o povo carregando em triunfo uma estátua de barro, em triunfo pelas cidades; execuções de centenas de milhares de "hereges"; a venda de lugares no Reino de Deus por bom dinheiro; o Museu de Almas Penadas no Vaticano, tudo isso foram erros sobre erros, meu caro padre Estêvão. Veja a Globo mostrando o Museu das Almas Penadas, coisas de seita:

https://www.youtube.com/watch?v=hXsoxnvQd3A  copie e cole o navegador
Quanto ao catolicismo ser a maior das seitas do mundo, fiz um blog:


http://souocatolicismomeupassadomecondena.blogspot.com.br/

Jesus não falhou. Não foi Jesus quem, em seis dos 15 séculos apontados pelo pe. Estêvão, mas sim o papado romano católico que passou a torturar, enforcar ou a queimar vivas centenas de milhares de pessoas; Não foi Jesus quem  mandou as Cruzadas saquearem povoados, estuprarem as mulheres e crianças, a matar e a incendiar tudo. Não foi Jesus quem criou exércitos sob o domínio dos “Sumo Pontífices” católicos, que guerreavam para manter os seus domínios; não foi Jesus quem mandou os cruzados dizimarem, com grande crueldade, povos tais como os cátaros, os huguenotes e outros; não foi Jesus quem decretou a morte aos que teimassem em ler a Bíblia; ou aos que teimassem em obedecer o mandamento do sábado (Concílio de Laodicéia, ano 364); não foi Jesus quem criou o  fantasioso Purgatório e o Limbo; não foi Jesus quem mandou vender lugares no Céu por dinheiro; não foi Jesus quem criou a inútil e covarde clausura; não foi Jesus quem instituiu a reza pelos mortos; não foi Jesus quem endeusou Maria; não foi Jesus quem ensinou a nos dirigirmos a santos, santificados pelo próprio homem; não foi Jesus quem mandou corromper os Dez Mandamentos no catecismo; não foi Jesus quem pisou nos santos sábados do Senhor; não foi Jesus quem construiu o imenso Vaticano e o encheu de estátuas e de obras de arte até de figuras nuas, etc. etc, coisas da horrorosa tradição católica.

Foi essa a Igreja “assistida pelo Espírito Santo”, como quer o pobre pe. Estêvão?

O Estêvão ainda tenta justificar sua tradição afirmando que não se deve desprezar as tradições de seus antecessores. Ora, os primeiros antecessores não foram os apóstolos de Jesus? Mas a Igreja ignora os exemplos dos apóstolos de Jesus, pois esses viviam o mesmo cristianismo de Jesus: santificavam os sábados, não fabricavam nem honravam santos humanos transformados em estátuas; não oravam pelos mortos; não endeusaram Maria; não cobravam por sacramentos; não queimavam, torturavam ou enforcavam as pessoas; não viviam em palácios; não se vestiam de reis e nem ocupavam seus tronos; não tinham riquezas não venderam lugares no Céu, etc. etc.

Lendo Mateus, nota-se que Jesus, em uma Parábola, se referia à prisão de um infiel, até que esse pagasse toda a sua dívida contraída com o seu patrão. Mas a dívida em questão teria de ser paga ainda em vida, e não depois de sua morte. Esse exemplo é desqualificado para legitimar o tal Purgatório, pois se existisse, por certo Jesus teria de referido a ele, tal como, por inúmeras vezes, falou sobre a existência do Inferno dos sofrimentos.

Ou será que Jesus havia "pirado", "esquecendo-se" do tal Purgatório oficializado no século 13?

As Parábolas nos foram colocadas por Jesus para entendermos melhor o sentido de um preceito, mas não como verdade existencial, pois, se fosse assim, teríamos de aceitar Abraão, lá no Céu, dando explicações ao rico no Inferno. Isso não é bíblico, portanto impossível, haja visto que em Mateus, 22.30, Jesus afirma que no Céu não haverá pessoas identificáveis e em Isaías, 65, está revelado bem claramente isso:

“Pois eu que crio Novos Céus e Nova Terra e não haverá lembranças das coisas passadas; jamais haverá lembranças delas”. Isaías, 65.17. Lembrando que o Apocalipse também nos revela a criação do Novo Céu e Nova Terra.

Para conseguirmos ver a grandeza do Criador, teremos de nos descartar das lembranças e do corpo corruptível.

“Na ressurreição, os homens não terão mulheres, nem as mulheres maridos; mas serão como anjos de Deus no céu”.    Revelações de Jesus sobre a eternidade, em Mateus,  22.30.

Sabendo-se que no Inferno será Satanás que estará gerenciando, depois do Dia da Vinda de Jesus, quando tal com o Céu será aberto na Ressurreição, e se existisse o tal Purgatório, quem o estará gerenciando? O Senhor Deus ou Satanás? É um negócio bem estranho a incrível existência de um lugar fantasioso, sobre o qual não há uma só inserção no Evangelho que o legitime como está legitimado o Céu e o Inferno.   

As Escrituras já existiam quando Jesus veio, e foram devidamente Escritas, e nada tinha de oral, e o Espírito Santo de Deus, por intermédio de seus profetas escolhidos, fez escrever tudo o que Jesus representou: o que fez, o que disse e o que deseja de nós.  E tudo isso Está Escrito, e se tudo Está Escrito, de nada mais precisamos, muito menos de doutrinas supostamente passadas de homem a homem, cujo resultado é assustador como o é a própria doutrina católica de tantos e tantos erros.

"Voltando a Nazaré, onde fora criado, Jesus entrou, num sábado, na sinagoga, como era seu costume....".  Lucas, 4.16

Vamos conferir, diretamente nas Escrituras, com respeito às ordens de Deus para Escrever. Digo: para escrever. A Bíblia, a herança maior do Senhor aos homens, constitui a única verdade real. Tudo o resto, o que não Está Escrito, é invenção humana.  Se sabemos que Deus criou o homem, é absolutamente compreensível que tenha deixado escrito regras de comportamento entre o homem e Ele, e nas relações entre os próprios homens e completando tudo com o Messias, Jesus Cristo. Sendo assim, como no tempo dos profetas já passou, pelas Escrituras o Senhor nos revela, POR ESCRITO, tudo o que revelou aos profetas, e pelo maior deles, Jesus Cristo, seu amado Filho.  

“Estas coisas lhes sobrevieram, e foram Escritas como exemplos, para advertência nossa, quando se aproxima o fim dos tempos”.  I Coríntios, 10. 11.

Escreve isto no livro para memória”.     Êxodo, 17.14.

O Senhor disse a Jeremias:

 “Escreve num livro todas as palavras que te tenho dito”.   Jeremias, 30.2.

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías, 30.8.

“Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar”.   Atos, 1.1.   Detalhes em meu blog:

Na tentação do deserto, Jesus não respondeu a Satanás: “Está na tradição”. Vejamos:

“Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. Jesus, em Mateus, 4.4.

Até no Céu as coisas são registradas:

“... e adorarão a besta todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram Escritos no Livro da Vida do Cordeiro...”.   Apocalipse, 13.8.

“Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as Palavras da profecia e guardam as coisas nela Escritas, pois o tempo está próximo”. Apocalipse, 1.3.

“Achei-me em espírito no Dia do Senhor, e ouvi por traz de mim, uma voz como de trombeta, dizendo: O que vês, ESCREVE num livro e manda às sete igrejas”. Apocalipse, 1.10 e 11.

 “Quando vier, porém, o Espírito Santo, ele vos guiará no caminho da verdade”.  Revelações de Jesus, em João,  16.13.

“Mas o Paráclito, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito”     Revelações de Jesus, em João,  14.26.

Recordar pra que? Para que escrevessem sem erros,  sem mínimos erros, ou alguém poderia achar que em sua divina Sabedoria o Espírito Santo de Deus  confiaria aos homens uma doutrina paralela ao Evangelho? Acaso o Antigo Testamento foi Escrito, mas houve uma corrente paralela, que diferia do Escrito? Como sempre digo: O complemento do Evangelho de forma oral é coisa de Satanás que sempre esteve todos os dias com os papas romanos e seus comandados.

“Este é o discípulo que dá testemunho destas coisas e que as escreveu, e sabemos que seu testemunho é verdadeiro”.  João, 21.24

“Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na Justiça”.  A Palavra de Deus em Timóteo, 3.16.  Aqui, não diz de tradições, mas da utilidade unicamente das Escrituras.

“Ora, estas coisas vos tenho dito para que, quando chegar a hora, vos recordeis de que eu vo-las disse”.  Jesus, em João, 16.4. Os apóstolos de Jesus recordaram e escreveram.

O papado romano sempre se opôs contra a Palavra Escrita de Deus como a Única Verdade existente, por isso, em seu malfadado Concílio Vaticano, chegou à conclusão de incríveis resultados que só ofenderam ao Criador e tentaram nos fazer de tolos:

1)A Bíblia por si só não tem valor completo se não a acompanhar a Tradição Católica.
2) Somente o clero católico pode distribuir as graças de Deus.
3) Somente no catolicismo os homens poderão se salvar.

É o fim da picada espiritual o insólito resultado desse famigerado concílio, não?

Se certos preceitos do Novo Testamento, diferentes dos preceitos Escritos teriam nos chegado de forma oral, imagine o Apocalipse ou as Cartas de Paulo a nos chegarem de forma oral, como também o Antigo Testamento, como um todo. Por isso, tudo foi devidamente Escrito e, além dos Escritos, nada mais há, pois o Espírito Santo de Deus não seria tão imperfeito para Escrever uma parte do Evangelho e confiar aos homens de todas as gerações, sendo que depois do século IV ele sabia que se comportariam mais como servos de Satã que de Deus, fossem os guardiões de uma palavra NÃO escrita.

 “Examinais as Escrituras porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que de mim testificam”. João, 5.39. Não examinais as doutrinas dos homens, mas apenas e exclusivamente as Escrituras.

“Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos”.    Revelações de  Jesus sobre a humildade,  em   Mateus,   11.25.

Já ouvi dizer de teólogos católicos que ninguém tem o direito de interpretar a Bíblia senão os teólogos e os exegetas católicos, pois não fosse de outra maneira, pra que estariam a estudar por tantos anos?  Respondi-lhes: Que Deus imperfeito seria esse que não soube fazer-se entender ao dirigir-se aos pequeninos, mas somente aos estudados?  Estaria enganado, o Senhor Deus, quanto ao preceito acima em Mateus, 11.25? Ora, ali Deus Pai revela claramente que se identifica mais com os pequeninos, como os humildes, que com os sábios do mundo.

“Este é o discípulo que dá testemunho a respeito dessas coisas, e as escreveu. E sabemos que o seu testemunho é verdadeiro”. II de João, 21.24.

O que Deus não quis que se escrevesse:

“Logo que falaram os sete trovões. Eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu dizendo: Guarda em segredo as coisas que os sete trovões falaram, e não as escrevas”. O que significa: “Escrevas tudo, menos isso”. Apocalipse, 10.4.

Então pergunto: Pra que herança oral, se o Espírito Santo Escreveu tudo o que precisamos para honrar os preceitos de Jesus?  O que falta no Evangelho que necessitaria ser completado de modo oral?  Essa teoria absurda só pode ter vindo de Satanás que sempre dominou o papado romano e ainda domina até hoje, século 21.

Como nos chegaram as revelações do Apocalipse? Alguém pode imaginar que seria possível chegar até nós, e aos nossos dias, os textos inteiros do Apocalipse, de modo oral, perfeitamente do modo como Está Escrito? Pra que de modo oral, duvidoso, se os temos todos Escritos? 

Por isso, digo que a doutrina católica e a ortodoxa distorcem a Bíblia, a Palavra Escrita de Deus, e essa mesma doutrina, decreta, pelo Concílio Vaticano II, como também pelas Encíclicas Fé e Razão, do Papa João Paulo II, que só a Igreja Católica Romana tem autoridade para distribuir as graças de Deus e que só por ela os homens se salvarão e que a Bíblia por si só é incompleta sem que a complete a "santa tradição católica?  Conforme João Paulo II e conforme o Concílio Vaticano, que ele tanto apreciava, todos os evangélicos, ortodoxos e todos os não católicos não se salvarão. Coisa dos homens, pois de Deus vem bem diferente:

“Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o Senhor é o Deus de todos, rico para todos os que o invocam. Porque, todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo”.  Romanos, 10, 12 e 13

“Crê no Senhor Jesus, e serão salvos tu e tua família”.  Atos, 16.31

Em Mateus, 25.31 a 44, Jesus especifica, muito claramente, sem deixar dúvida alguma, quem merecerá o Céu de Deus.

Para tentar fazer crer que a Bíblia não é tudo, mas apenas a metade dos preceitos que Deus nos deixou, O clero católico afirma que nem tudo o que interessa foi Escrito por Deus, pois muitos dos preceitos que nos interessam teriam atravessado vinte séculos, inclusive os seis séculos da atroz e horrorosa Inquisição, absolutamente ilesos, e assim teria chegado aos nossos dias. Usam, principalmente, os textos bíblicos abaixo para tentar legitimar suas colocações:

 “Há ainda muitas outras coisas que Jesus fez. Se elas fossem escritas, uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se teriam de escrever, amém”.  João, 21.25.
Mas os satânicos do veritatis e clérigos católicos mudaram a palavra  fez  por disse, para ardilosamente tentar justifica que Jesus não disse tudo, pois o Evangelho seria completado de modo oral. Mas que estupidez imensa!!!

Realmente há muitas coisas que Jesus fez e que não caberiam nos livros, mas se tomarmos conhecimento do texto por inteiro, notaremos que não se trata de todas as coisas que Jesus disse, mas fez. Afirmar uma tolice dessas é pura desonestidade espiritual. Tentar atribuir os extensos milagres de Jesus, dois quais apenas uma parte foi relatada, à Palavras que Ele não disse, é alta hipocrisia e enorme farisaísmo.  Acaso o Espírito Santo de Deus poderia ter sido imperfeito ao não ter feito ESCREVER tudo o que teria de nos revelar, deixando uma parte suprimida?   Para entender bem esse preceito, é necessário ler, também, João, 20.30, abaixo colocado.

 “Na verdade, Jesus fez muitos sinais que não estão Escritos nesse Livro. Estes, porém, foram registrados para que creias que Jesus é o Cristo, Filho de Deus”.  João, 20.30 e 31.

Portanto, nada mais precisamos para crer absolutamente em Jesus disse e fez tudo que era necessário. As doutrinas outras trazem preceitos estranhos ao Evangelho, tal como o domingo e festas de guarda; como a utilidade da oração pelos mortos; a intercessão dos santos; o batismo dos bebês; o insensato Purgatório e o Limbo; a utilidade das clausuras católicas; as orações repetitivas, o celibato obrigatório que foi a causa da corrupção da inocência de milhares de casos pelo mundo e a necessidade de um imenso palácio para “gerenciar” a religião.  Nada disso há no Evangelho. Desafio a qualquer pessoa, tanto padres católicos ou ortodoxos, a qualquer teólogo, exegeta ou professor a indicar, de forma real, preceitos que legitimem a utilidade dessas miríades da tradição.

Os clérigos tentam se valer, também, do verso abaixo para tentar legitimar que o Espírito Santo de Deus não nos escreveu tudo o que nos interessa, para o nosso rumo ao Céu:

“Assim, pois irmãos, guardai as vossas tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa”. II Tessalonicenses, 2.15.

“Seja por palavra”, por que a Bíblia, com todas essas Palavras, ao tempo de Paulo, AINDA não havia sido Escrita, pois as próprias Cartas de Paulo ajudaram a formar a Bíblia como o Espírito Santo de Deus assim quis.

“Seja por epístola”, pois como disse, as Epístolas de Paulo foram colocadas na Palavra de Deus Escrita, por que representaram a Verdadeira Palavra de Deus.

No mais, a palavra “guardai as vossas tradições” é também uma revelação (da qual fogem católicos, ortodoxos e até evangélicos) que também legitima os santos sábados, pois a tradição cristã, também aos tempos do apóstolo Paulo fazia guardar os sábados:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos da Igreja de Paulo. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
Novamente Paulo levando sua Igreja a louvar aos sábados:

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso Segundo a Lei”.  Lucas, 23. 55 e 56.   Segundo a Lei e segundo as tradições.



Para tentar legitimar preceitos paralelos à Bíblia,  pois não foram devidamente Escritos, o clero católico usa colocações bíblicas de fracos argumentos, a favor de seus propósitos:

“Muitos outros prodígios fez ainda Jesus na presença dos discípulos, os quais não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em Seu nome”.  João, 20.30.

Ora, o evangelista João, assistido pelo Espírito Santo de Deus, NÃO se referiu à palavras ocultas, não Escritas, mas aos prodígios mil que Jesus realizou, e que não poderiam ser escritos, pois eram repetitivos e não seria interessante relacionar um a um.  Na Bíblia, são revelados os milagres de Jesus, mas sem muitas repetições do mesmo gênero. Por exemplo:

Marcos, 1.20: Jesus cura um endemoninhado. Mas deve ter curado muita dezenas de  endemoninhados, senão vejamos:

“À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos e endemoninhados”. Marcos, 1.32

Em Marcos, 1.29: Jesus cura a sogra de Pedro. Mas curou muitas mulheres doentes, conforme Marcos, 3.10.

Em Marcos, capítulo 2: Jesus cura um paralítico. Mas Jesus curou muitos paralíticos, um ou outro devidamente registrado, mas a maioria não foi registrada. Senão vejamos:

“Pois curava a muitos, de modo que todos os que padeciam de qualquer doença se arrojavam a ele para que os tocasse”.  Marcos, 3.10.

Portanto, na Bíblia, somente na Bíblia, a Palavra de Deus Escrita é a Única Fonte confiável, pois foi nos deixada como produto final pelo Espírito Santo de Deus, não importa o caminho que usou para isso, não importa que o os papas da Idade Média tenham escondido a Bíblia por tanto tempo, e que pelo Concílio de Toulouse, assinado pelo Papa Gregório, IX, século 13, tenha decretado a morte a todos os que ousassem ler a Palavra Escrita, ela chegou até nós ESCRITA, com todos os preceitos necessários para a nossa salvação na eternidade, como também para desmentir um tipo de palavra de Deus paralela, sem fundamentos claros, mas obscuros, pois no homem não se pode confiar.

Não importa, também que os frades católicos organizaram os livros bíblicos, pois quando Deus quer, até Satanás tem de obedecer.

No século 13, pelo Concílio de Toulouse (1229), que o clero católico de hoje tenta esconder, mas não pode, pois a História nos mostra que foi votado por um conselho de bispos e de cardeais, e devidamente assinado pelo Papa Gregório IX, o mesmo concílio que instituiu a atroz Inquisição, ficou decidido (as palavras podem estar diferentes, mas o sentido é o mesmo):

"Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento (...) Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido”.(Concílio de Tolouse, França. Assinado pelo Papa Gregório IX,1229, Canons 14:2).


E ainda há sacerdotes e bispos que tentam nos enganar grotescamente ao afirmar que o clero sempre induziu o povo à leitura da Bíblia.  Se isso correspondesse à Verdade, de que adiantaria aos católicos lerem a Bíblia se a Igreja "revela" que somente os clérigos podem interpretá-la?

E mais:

Os clérigos católicos desmentem que a Igreja tenha tentado esconder a Bíblia do povo, mas apenas um dos exemplos nos mostra que o Papa Júlio III, século 16, preocupado com  a  dissidência católica e com o consequente aumento do protestantismo -- apesar da atroz Inquisição criada para barrar isso --, convocou três bispos escolhidos a dedo e lhes confiou a particular missão de estudarem o problema e apresentarem soluções viáveis.   Depois de algum tempo, os bispos levaram a Julio III um documento intitulado "Direções concernentes aos métodos adequados a fortificar a Igreja de Roma”.

 Essas conclusões dos bispos estão ainda arquivados na Biblioteca Imperial de Paris, Fólio B, número 1088, vol. 2, páginas 641 a 650.  A parte final dessas conclusões reza o seguinte:

Finalmente (de todos os conselhos que bem nos pareceu dar a Vossa Santidade, deixamos para o fim o mais necessário), nisto Vossa Santidade deve pôr toda a atenção e cuidado de permitir o menos que se que possível a leitura do Evangelho, especialmente na língua vulgar, em todos os países sob vossa jurisdição. O pouco dele que se costuma ler na Missa, deve ser o suficiente; mais do que isso não deve ser permitido a ninguém.

Enquanto os homens estiverem satisfeitos com esse pouco, os interesses de Vossa Santidade prosperarão, mas quando eles desejarem mais, tais interesses declinarão. Em suma, aquele livro (a Bíblia), mais do que qualquer outro, tem levantado contra nós esses torvelinhos e tempestades, dos quais meramente escapamos de ser totalmente destruídos. De fato, se alguém o examinar cuidadosamente, logo descobrirá o desacordo, e verá que a nossa doutrina é muitas vezes diferente da doutrina dele, e em outras é até contrária a ele; o que se o povo souber, não deixará de clamar contra nós, e seremos objetos de escárnio e ódio geral. Portanto, é necessário tirar esse livro das vistas do povo, mas com grande cuidado, para não provocar tumultos.
 Assinam Bolonie, 20 Octobis 1553 - Vicentius De Durtantibus, Egidus Falceta, Gerardus Busdragus.

O próprio Concílio de Trento — assinado pelo luxuriante Papa Leão X, também da Inquisição — que acrescentou livros apócrifos à Bíblia, consta uma decisão difícil de se engolir, e que faz parte da tradição católica:

 “O sacerdote é o homem de Deus, o  ministro de Deus... (Até aqui tudo bem).

Aquele que despreza o sacerdote despreza Deus; aquele que o ouve, ouve a Deus.

O sacerdote perdoa pecados como Deus, e aquilo que ele chama de seu corpo no altar é adorado como Deus por ele mesmo e pela congregação...

 Está claro que a função do sacerdote é tal que não se pode conceber nenhuma função maior. Portanto, o sacerdote não é simplesmente chamado de anjo, mas também de Deus, mantendo como fazer o poder e autoridade do Deus imortal em nós”.
Por essas e por muitas mais, é fácil duvidar dos produtos dos concílios e de todos os outros escritos católicos, tais como os famosos Folhetos Católicos e até as atuais encíclicas Fé e Razão do Papa João Paulo II, que ressaltam incrivelmente que a Bíblia tem de ser associada à tradição católica, pois de outro modo não tem valor completo.

Se até uma parte dos anjos do Céu se corromperam, mesmo gozando de toda a felicidade possível, vivendo sob a Luz do Criador; se até o primeiro homem se corrompeu na primeira tentação externa, também vivendo intensa felicidade; se na primeira família um irmão matou o outro, apenas por despeito, por ciúme; se até Simão Pedro, o “primeiro papa” dos “infalíveis papas” errou forte, conforme Gálatas. 2.11 e seguintes, mesmo depois dele  ter recebido as Línguas de Fogo, a sabedoria maior, como, então, confiar no homem, tendo-se disponível à mão a Palavra Escrita de Deus? 

 Como confiar nos homens da "Igreja verdadeira" que se desviaram gravemente da Palavra Escrita inventando preceitos que nem de longe constam do Evangelho?  O catolicismo de hoje sobrevive apena pelo Visual. Pelo esplendoroso visual do Vaticano (que os católicos louvam, sem saber que quem ali comanda é o próprio Satã), do papa e de sua corte de chupins: cardeais e bispos; pelo Visual das grandes catedrais, dos grandes corais das esplêndidas missas cantadas de Palestrina; da exuberante figura da jovem Maria que nunca envelhece, de vestido branco com faixa azul; das estátuas e imagens proibidas por Deus; da tal Eucaristia que já é um erro, pois servem rodelas de trigo ao povo, mas sem o imprescindível vinho.


Nas Escrituras, em I Reis, capítulo 13, verso 11 e seguintes, expõem a Palavra de Deus como sendo absolutamente mais importante que as orientações do homem, mesmo que essas nos pareçam importantes e seus argumentos nos pareçam consistentes e esclarecedores. Por esses versos citados, Deus enviou seu profeta para alertar o povo de Betel para o grande perigo de se prestar culto a ídolos. Deus havia determinado a esse seu profeta que não comesse nem bebesse absolutamente nada enquanto permanecesse naquela cidade.  Mas, depois disso, um outro profeta, até bem intencionado, alcançou-o, quando se retirava, e lhe disse (aqui de modo resumido):

 “Sou um profeta como tu.  Um anjo falou-me da parte do Senhor para que viesse a ti e o fizesse voltar para cear e beber conosco”. 

Confiando no homem ao achar que tudo era verdade, o profeta aceitou voltar, mas depois do erro o Senhor Deus o fez ouvir:

“Tu voltaste, comeste e bebeste no lugar em que te proibi, portanto morrerás estraçalhado  pela boca de um leão”.  E assim aconteceu. O profeta que preferiu seguir as orientações dos homens, desprezando a do Senhor (mesmo com boas intenções), foi devorado por um leão faminto.

Refletindo, tal como ocorreu com nossos primeiros pais, Adão e Eva, aquele profeta ignorou as determinações do Senhor para seguir sugestões outras lhes dirigidas, mesmo que parecessem corretas e legítimas (aplica-se aqui a tal tradição católica). No caso de Adão e Eva, ambos foram enganados por Satanás, se esquecendo das diretas determinações do Criador e, no caso do profeta em Betel, esse se esqueceu das determinações do Senhor, que nunca mudam, para seguir recomendações dos homens, mesmo que parecessem verdades bem intencionadas, por isso foi castigado. Lembro aqui a doutrina católica que, em muitos pontos, destoa das Escrituras.

Da mesma forma, o Senhor ordenou a você também e se desobedecer seu fim não será dos melhores, pois ingressará na maldição;

2  
Não farás para ti  imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima, nos céus, nem embaixo, na terra, nem nas águas debaixo da Terra. Não as adorarás, nem lhes prestará culto; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou o Deus Zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos. Deuteronômio, 5.4 a 9. 

 “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11.


Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.


Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

Se o Senhor ordenou, não pode haver contestação ou desculpa alguma, pois Deus não muda, assim como nunca mudou com relação aos castigos impostos a Adão e Eva que continuam respingando sobre nós todos os dias.  Então, você vai OBEDECER A DEUS ou às doutrinas, tanto de católicos, de ortodoxos, como de  evangélicos? 

É por isso que amo muito a frase: A Bíblia, somente a Bíblia, pois é a única informação deveras segura que o Senhor nos deixou.

A Palavra de Deus não volta atrás assim como seus 10 Mandamentos são perpétuos. Por isso, temos de abominar e fugir das tradições religiosas quando se contrapõem à Palavra de Deus ou mesmo que se desviem mesmo levemente, ou que pareçam vir das melhores fontes, dos homens mais ilustres, famosos e letrados (é aí que mora o perigo). Temos de abominar os ensinamentos que não tem fundamentações bíblicas, de modo absolutamente claro, por mais que as tradições nos pareçam corretas, por mais que julguemos serem verdades, por partirem de pastores que poderiam ser profetas de Deus, e por mais que nos envolvam naturalmente. 

Jesus e seus apóstolos muito falaram do Céu de Deus e do Inferno de Satanás, mas jamais, nem mesmo palidamente, se referiram ao fantasioso Purgatório e ao obscuro Limbo.

Não há uma só inserção, no Evangelho, que revele, nem que seja mesmo superficialmente, da utilidade da oração dos vivos pelos mortos, mas está carregada de preceitos que revelam a grande utilidade da oração dos vivos pelos vivos.

Não há uma só inserção no Evangelho que legitime a intercessão dos santos, mas está carregada de inserções da grande necessidade da intercessão de Jesus Cristo, junto ao Pai.

“Eu sou o único caminho, a verdade a vida.   Ninguém irá ao Pai senão por mim”.  João,  14.6.

“Temos um advogado perante o Pai: Jesus Cristo”.  I João, 2.1.

“Aquele que invocar o Nome do Senhor, será salvo”. Atos, 2.21
.
Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós, porque o próprio Pai vos ama, visto que me tendes amado e crido que vim da parte do Pai” João, 16.26

Pergunto aos católicos e ortodoxos: não estão vocês agredindo a Palavra de Deus que elege somente Jesus como veículo divino para se chegar ao Senhor das Luzes da Eternidade?

Então, se esqueçam de Maria, a santa EM VIDA, dos vulgos santos e santas mortos santificados pelo homem, pois todos estão dormindo aguardando o Grande Dia da Volta de Jesus, quando então os portais do Reino de Deus serão abertos aos que merecerem> Se Maria tivesse sido importante pás a evangelização (não foi missão para ela) o apóstolo Paulo que escrevia e falava pelo Espírito Santo de Deus teria citado o nome dela pelo menos um única vez em suas diversas encíclicas.


“Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus Cristo, trará, em sua companhia, os que dormem”. I1Tessalonicenses 4:13 e 14.

Na Carta aos Filipenses, 2.11, o Espírito Santo de Deus nos descreve as duas personalidades de Jesus Cristo: o Jesus homem normal e o Jesus também divindade de Deus, sendo ele o único Intermediário entre nós e Deus, num dos mais belos textos bíblicos:

“Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo assemelhando-se aos homens.  E sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte na cruz.  Por isso, Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobrem todos os joelhos no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que  JESUS CRISTO É O SENHOR!”.

Estando Jesus tão próximo, por que precisaríamos de vulgos intermediários para chegarmos a Jesus e depois por ele ao Pai?

Na Bíblia Escrita não há um só preceito sobre a utilidade de vulgos intermediários.  Mas conforme está intrínseco na tradição católica, podemos entender assim: “Vou pedir a Nossa Senhora, para que ela peça a Jesus, para que depois ele, Jesus, peça a Deus por mim”.   Dessa forma, esse Jesus estaria um tanto longe de nós, pois dependeria de terceiros, mas não é isso que a Palavra Escrita ensina:

“Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu Nome, aí estarei no meio deles”. Mateus, 18.20.

Quanto à tradição dos homens, tão valorizada pelos clérigos católicos, pois conforme a falta de sabedoria espiritual deles a Bíblia é incompleta sem que a acompanhe, paralelamente, a tradição oral, a própria Palavra Escrita revela bem diferente:

 “Examinais as Escrituras porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que de mim testificam”. João, 5.39.  Conforme a Palavra de Deus, a própria Bíblia é a única Verdade de d’Ele aos homens.

 “Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue o Evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema (amaldiçoado)”. Paulo, em Gálatas, 1.8.
Por esse verso, entendemos que todos aqueles que se desviam da Bíblia, de propósito, em qualquer preceito bíblico serão amaldiçoados. Não sou eu quem diz, mas a Palavra de Deus. Portanto, cuidado com as doutrinas lotadas de invenções, tanto da ortodoxa, da católica, como também até das evangélicas que se dizem da Bíblia, somente da Bíblia.

As doutrinas evangélicas não curtem o Purgatório, imagens e estátuas, etc.etc, mas curtem o tal domingo que NÃO FOI PREGADO PELO APÓSTOLO PAULO, nem por Jesus e nem por apóstolo algum, sobretudo, não existe na Bíblia qualquer preceito claro e direto (nem poderia) que teria revelado que o sábado teria sido  "extinto" a favor do domingo. Por isso, muitíssimo cuidado!  O Senhor Deus não virá a você lhe avisando de seu erro ao desrespeitar os sábados Santos e abençoados, POIS ESTÁ ESCRITO, até no próprio Mandamento que é o Dia do Senhor, que é o Dia Santo, que é o Dia Abençoado, que é o Dia escolhido por Deus como UM SINAL entre ele e nós outros,  que o próprio Jesus afirmou que 
O sábado foi estabelecido para o homem, então, muitíssimo cuidado

 “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11.


Portanto, O SÉTIMO DIA SEMPRE SERÁ O DIA DO SENHOR, até à eternidade!!!

O apóstolo Paulo e sua Igreja louvando aos sábados:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
                                                     
Novamente a Igreja de Paulo, a mesma de Jesus:
“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deusnão farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

O próprio Mandamento do sábado já revela que este é o Dia do Senhor. Veja no texto em vermelho.

“Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”.      Jesus, em Mateus 5:18-19, promulgando novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho.

“E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:6

Alegam os homens, clérigos subservientes a Satanás, julgam não valer a Bíblia sem a tradição: “São Paulo, por sua vez, recomenda os Ensinamentos que de viva voz nos foram transmitidos por Jesus e passaram de geração a geração no seio da Igreja, "sem estarem escritos na Bíblia".         Que imensa tolice!

Bem, com certeza absoluta o culto a imagens, aos santos mortos e a guarda do domingo e outros dias de guarda não provieram dos apóstolos de Jesus! O que, então, proveio de Paulo que não está absolutamente Escrito?

Na verdade, o próprio catecismo católico, insólito e agressivo às Escrituras nos mostra que os papas mudaram o dia santo de Deus, o sábado, para o domingo, o dia que nem os católicos santificam, pois depois das missas lavam seus carros; vão a feiras, a restaurantes, a shoppings; reformam as suas casas e realizam outras atividades que fazem esquecer o dia de guarda.


Ademais, como nós precisaríamos de ensinamentos extras, os que não teriam sido escritos, com tudo o que o Espírito Santo de Deus fez Escrever?  Pra que mais? Acaso o Purgatório, as almas penadas, o culto às imagens e estatuetas, as rezas pelos mortos, o Mito Maria, a glória terrena dos papas foram instituídos  por Jesus, mas não registrados pelo Evangelho?  Se eu cresse nisso teria de lançar ao lixo a minha amada Bíblia.

Por que, então, a Igreja inventou tantos misticismos que vieram a fazer parte de sua insólita doutrina?

Por quem então, os Dez Mandamentos foram corrompidos no catecismo católico?

Porque a profecia do Apocalipse se cumpriu quando os chefes da Igreja aceitaram o convite dos reis mundanos, e sob a tutela desses, vieram a se corromper violentamente através dos séculos. Isso fez parte de um plano de Satanás, previsto nas Escrituras: Satanás venceria os santos:

O dragão irou-se com a mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12.17.

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los”. Apocalipse, 13.7.

Detalhes em meu blog:


Depois que os papas se tornaram reis, agiram como os reis terrenos, guerreando, matando exterminando povos, e agiam pior ainda que os demais reis, pois torturavam barbaramente, queimavam e enforcavam e para isso invocavam o “Santo Nome do Senhor”, sentados como as bestas do Apocalipse capítulo 17.  No julgamento clerical, na sua propalada “Infalibilidade” seria Deus quem estaria exterminando pela fogueira e pelo enforcamentos os que só queriam se orientar apenas e exclusivamente pela Bíblia, a Palavra Escrita.


Se Satanás conseguiu corromper até uma parte dos anjos do Céu, antes inteiramente fiel ao Criador, qual a dificuldade de corromper os homens? Para provar que o homem, que teria de ser o guardião da Verdade se corrompeu, basta ler a História dos papas para comprovar quando Satanás começou a vencer, e venceu os santos, de acordo até com os dados do catolicismo, quanto à cronologia desses:
A história dos papas é um eficiente termômetro para se averiguar quando os santos vivos oram corrompidos, conforme Apocalipse, 12.17:

 “Tu profanaste os sacramentos pela simonia, clama ele à sua Igreja. A tua luxúria fez de ti uma prostituta. És um monstro abominável. Criaste uma casa de devassidão. Transformaste-te, de alto a baixo, em casa de infâmia. E o que faz a mulher pública? Acena a todos os que passam; quem tiver dinheiro pode entrar e fazer o que lhe apeteça. Mas quem quer o bem é expulso. Foi assim, Igreja prostituída, que desvendaste a tua vergonha aos olhos do universo inteiro e o teu hálito envenenado elevou-se até ao céu”.  FonteTINCQ, Henri - Os Gênios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999. (Para quem não sabe o que é Simonia, trata-se da burla da compra de votos para eleger-se, no caso aqui a papa).

Por proclamar essa Verdade altamente notável e comprovada pela História Universal (ex: a Enciclopédia Barsa), tremenda foi a vingança vaticana contra o corajoso frade Savonarola, ao final do século 15, pois foi enforcado e depois, pela ira e ódio incontido do corrompido Papa Alexandre VI, da famosa família Borgia, não contente em tê-lo enforcado, ordenou que seu cadáver fosse também literalmente assado nas fogueiras da “Igreja de Deus”, juntamente com seus auxiliares. 

 ‘Na sua fronte se acha escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a  Mãe das Prostitutas da Terra. Então vi a Mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus, e quando vi, admirei-me com assombro’ Apocalipse, 17.5.

João, o evangelista, nas visões em que lhe foram mostradas na Ilha de Pátamos, não se assombrou nem com as sete pragas das sete taças dos anjos que muitíssimas tragédias trarão a Terra, mas assombrou-se, com muito assombro, quando viu o que os seus sucessores fariam da Santa  Igreja de Jesus, principalmente na Idade Média, a idade mais ativa da Grande Prostituta, o corpo clerical católico.

Por falar em Apocalipse, embora hoje seja um dos livros mais lidos da Bíblia, o Apocalipse quase foi eliminado das Escrituras. Quando o imperador romano Constantino  “se converteu” ao cristianismo, em 313 d.C.,  uma boa parte dos bispos da Igreja propuseram a completa extinção do Livro da Revelação por aparentar conteúdo anti-romano. Mas o “Santo” Agostinho, denominado pelos católicos de o doutor da Igreja,  alegou que os escritos eram puramente simbólicos e não se referiam a nenhum reino terrestre e, por isso, não deveriam ser extintos.  Mas nem que tentassem, jamais teriam conseguido, pois o gerente executivo das Escrituras sempre foi o Espírito Santo de Deus.

O profeta Daniel também empalideceu ao ver o que os homens fariam com a religião de Jesus: Mudaram o Dia do Senhor; lançaram os principais preceitos de Jesus ao lixo de suas doutrinas; viveram todas as glórias possíveis ao homem e não satisfeitos, banharam a Terra com o sangue dos que só queriam a religião da Bíblia, somente da Bíblia, os remanescentes:

“Proferirá palavras contra o Altíssimo; magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e as leis, e os santos lhe serão entregues nas mãos...  Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos (a respeito) muito me perturbaram e meu rosto empalideceu, mas guardarei essas coisas em meu coração”.  Revelações do Espírito Santo de Deus, em Daniel, 7.25 3 28, que profetiza o que o homem chegaria a fazer com a Igreja de Jesus, principalmente na Idade Média.



Jesus não veio para modificar nenhuma das determinações do Senhor ao homem, pois pela religião da Graça e da Liberdade, mesmo amando a humanidade até ao choro, que se emocionava vendo a miséria humana, como vimos no Evangelho, Jesus não retirou as promulgações do Pai a respeito da dor do parto das mulheres aumentado pelo Criador em Gênesis, 3.16, como também não revogou uma só das letras da Lei, pois ninguém como ele tinha a plena consciência que Deus Pai não muda, ou melhor, NUNCA MUDA em suas promulgações à Humanidade, como nunca mudou seus castigos a Adão e Eva, por tabela a nós outros.

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Segunda Edição, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962

Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santas”. Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano das glórias humanas. O sábado, da velha lei, como se a Palavra de Deus pudesse envelhecer e perder a força.

Velha Lei? As leis do Monte Sinai são perpétuas e assim jamais envelhecerão. Coisas de Satanás!!!

 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Por isso tudo, amo a frase: A Palavra Escrita, tão somente a Palavra Escrita!


Waldecy Antonio Simões.        walasi@uol.com.br

Livre para publicações, desde que o conteúdo não seja alterado. 




Bibliografia sobre dados relatados sobre os horrores Inquisição e muito mais:

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O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
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Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Vidas ilustres. Coleção - Volumes VI (os cientistas) e IX (líderes religiosos) e outras publicações, tanto de livros como de jornais.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
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A Concise History of the Baptists by G.H. Orchard (1855). Livro.
A History of the Christian Church by William Jones (1812). Livro.
http://www.geocities.com/I_hate_spammers/waldenses2.html#chapter1 "The Waldenses: An Examination of the Doctrines of This Medieval Sect" by Thomas Williamson.
The Origin of the Baptists.  S.H. Ford.
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The history of the christian church, from the birth of Christ to the 18th Century: including The very interesting account of the Waldenses and Albigenses. By William Jones. 1762-1843.
A History of the English Baptists.  Joseph Ivimey, 1811.
The history of the waldenses.  J. A. Wylie. 1808-1890.
Rasto de sangue. J.M. Carroll. Bestseller.  Clássico.  A História, desde o século I até hoje
Palestras do cardeal Wiseman: “The real presence”.
De James Aitken Wylie (1808-1890) “History of protestantism”
George Elliot ou Mary Anne Evans, 1880 “The abiding sabbath”.
Henry Tuberville “An abridgement of the christian doutrine”.



“Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), conta como se deveria usar a tortura de modo bem convincente, provocando toda a dor possível sem matar, para sobrar o gosto satânico de ver o semelhante assado nas fogueiras de Satanás.


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